Artista e eclético por natureza, comecei a estudar música desde os oito anos de idade, em 1983, o que mais tarde, após meu bacharelado em direito, me colocaria no seguinte dilema: exercer a profissão de advogado, ou insistir na música? Optei pela primeira opção, no entanto sem que isso fosse qualquer barreira para que eu continuasse a me apresentar com várias bandas e artistas, com os quais continuo tocando em ocasiões especiais.
Em 2000, buscando novas formas de expressão e alimentando
uma paixão
antiga, comprei minha primeira câmera e
iniciei meus
estudos na fotografia, o que me corrompeu
mais
uma vez
ao
lado artístico de minha personalidade.
Passei a dedicar um bom tempo à nova atividade, entre prática,
cursos e leitura, deixando outras atividades de lado para fotografar,
me obrigando a buscar constantemente o aprimoramento, como
sendo, antes mesmo de uma necessidade profissional, uma
conquista pessoal.
Para qualquer estilo de foto que eu esteja
fazendo, seja
comercial ou autoral, parto
sempre do princípio de que se
o resultado não for ficar bom o suficiente para que eu
mesmo aprove, não estará bom para quem quer que
seja. Certamente, sou o pior crítico que eu poderia ter.
Espero sempre receber pelos meus
trabalhos como conseqüência do que faço
e não o contrário. Logo, tenho o prazer
de poder contar com bons clientes, que
sabem valorizar com bom senso um
trabalho bem feito e me permitem criar,
mesmo quando o business é o que interessa.
Para mim, fotografia é técnica, esforço,
criatividade e acima de tudo um prazer,
muito antes de ser um negócio. E desta
forma pensam, acredito muito, todos os
grandes mestres desta profissão-arte, que
produzem verdadeiras maravilhas através de
suas lentes.